quinta-feira, 3 de março de 2011
old school!
Dos primeiros trabalhos que fiz, e dos primeiros trabalhos a carvão..recentemente enviaram-me um dos meus desenhos que eu já desconhecia de todo..mas gostei! :)
Manelinho!!
Para quem não conhece este era o meu Manelinho.. Hoje lembrei-me muito dele, porque infelizmente já ca não está... mas onde quer que esteja deve continuar a ter boa vida.. :) dormir e comer eram a unica coisa que fazia.. :)
Mundo dos brinquedos!
É verdade..parece que me dediquei definitivamente à bonecada.. :)
Mundo dos brinquedos desenhado exclusivamente para o meu afilhado (emprestado) Titi! :) e a reacção dele valeu cada dia que passei a pintar! :)
quarta-feira, 2 de março de 2011
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
A importância das palavras!
Às vezes dou por mim a pensar na importância das palavras...
E rapidamente concluiu que a língua faz toda a diferença..Se pensarmos um pouco dizer "I love you" tem o dobro da importância de um "Je T´Aime"..Pelo menos se me dissessem em francês eu partia-me a rir na cara da pessoa....
Não obstante esse facto dizer I love you a alguém é quase como dizer "então..tas cá hoje?".
Mas dizer em português que se ama alguém, temos de convir que a coisa custa a sair. E para sair – na maioria dos casos – é mesmo verdade!
As palavras – pelo menos para nós mulheres – têm imensa importância. Na generalidade, as mulheres alimentam as suas emoções de palavras. De palavras ouvidas. De palavras lidas. De palavras escritas. E acima de tudo, de palavras sentidas.
Mas há homens a quem as palavras nada diz, nada muda, nada traz de novo. Muitos usam a mesma formula para todas, e a verdade é que acabam por ter sorte.. E assim saltam de poleiro em poleiro, machiando certas galinhas.
Depois há os que dizem que finalmente tiveram uma epifania connosco, que não tinham a noção do que era uma relação verdadeira e que de repente viram a luz e praticamente querem converter-se a esta nova corrente em busca da verdade e da essência.
De minimais repetitivos aos ofuscados, passando pelos dissimulados e iludidos, todos eles enganam e acima de tudo, enganam-se. Escorregam nas palavras do amor como se de dejectos caninos se tratassem.
E depois admiram-se que as coisas comecem a cheirar mal!
BAHHH! Qualquer dia levo a carcaça ao mecânico..acho que é falta de óleo!
E rapidamente concluiu que a língua faz toda a diferença..Se pensarmos um pouco dizer "I love you" tem o dobro da importância de um "Je T´Aime"..Pelo menos se me dissessem em francês eu partia-me a rir na cara da pessoa....
Não obstante esse facto dizer I love you a alguém é quase como dizer "então..tas cá hoje?".
Mas dizer em português que se ama alguém, temos de convir que a coisa custa a sair. E para sair – na maioria dos casos – é mesmo verdade!
As palavras – pelo menos para nós mulheres – têm imensa importância. Na generalidade, as mulheres alimentam as suas emoções de palavras. De palavras ouvidas. De palavras lidas. De palavras escritas. E acima de tudo, de palavras sentidas.
Mas há homens a quem as palavras nada diz, nada muda, nada traz de novo. Muitos usam a mesma formula para todas, e a verdade é que acabam por ter sorte.. E assim saltam de poleiro em poleiro, machiando certas galinhas.
Depois há os que dizem que finalmente tiveram uma epifania connosco, que não tinham a noção do que era uma relação verdadeira e que de repente viram a luz e praticamente querem converter-se a esta nova corrente em busca da verdade e da essência.
De minimais repetitivos aos ofuscados, passando pelos dissimulados e iludidos, todos eles enganam e acima de tudo, enganam-se. Escorregam nas palavras do amor como se de dejectos caninos se tratassem.
E depois admiram-se que as coisas comecem a cheirar mal!
BAHHH! Qualquer dia levo a carcaça ao mecânico..acho que é falta de óleo!
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Amor ou química?
Muitas vezes ouvimos a expressão "Para haver amor tem de haver química!".
Amor. Química. Será que algo cujo significado e sentido é tão vago e subjectivo se pode igualar ou até ser fruto de algo objecto de tanta certeza e estudo?
Há dias li um artigo de opinião que estudava segundo Strenberg a "teoria triangular do amor". Segundo este senhor Strenberg, para haver uma relação frutífera tem de existir forçosamente paixão, intimidade e compromisso. E segundo algumas investigações americanas, em cada uma destas fases há obrigatoriamente uma "descarga" de substâncias químicas derivando certas sensações. E em tudo há hormonas ao barulho!
Ora vejamos: testosterona ou estrogénio consoante o sexo da pessoa, que conjugada com neropirefrina serotonina e dopamina temos o enamoramento culminado na "paixão assolapada". E são estas reacções químicas as responsáveis pela perde de apetite, falta de sono, o sorriso rasgado do "Bom Dia Alegria" que ninguém compreende, o descontrolo das acções que nos leva a ser "tolos" por amor.
É a libertação de serotina que nos pode tornar obsessivos ao ponto de sermos incapazes de observar os defeitos do companheiro. É a fase do amor cego! Aliás, especialistas dizem que para se ter uma relação sólida, chamada de "amor completo" "implica muita atenção, poder de negociação e criatividade erótica!" sendo esta última o meio mais seguro de ultrapassar as crises que surgem durante um relacionamento.
De facto, até aqui para algumas pessoas isto não é nada de novo, apenas a constatação de um facto. Para mim também não achei nada de anormal. O que me deixou a pensar foi o término do artigo de opinião.
Isto porque a química surge para explicar um amor, uma paixão, ou um simples desejo. Mas ultrapassada a fase da paixão o que vai ligar as pessoas é a conjugação de duas hormonas: oxitocina e vasopressina.
A primeira chamada Hormona do Carinho, ou do Abraço, vulgarmente até tratada como hormona do amor. Aparentemente pensaríamos que esta bastaria para uma estabilidade numa relação a dois, mas não.
A segunda, vasopressina designada como Hormona da Fidelidade é fundamental para a relação triangular explicada no inicio.
A vasopressina quando em quantidades baixas afasta o ser do seu parceiro, tornando-o promiscuo. A espécie monogâmica tem índices elevados desta hormona. Mas o mais interessante é que quanto mais monogâmico mais monótona é a pessoa, e quanto mais promiscuo mais arrojado é.
Podemos por isso concluir que um ser tendencialmente caseiro é fiel? Ou será o Hhomem capaz de mesmo quimicamente explicável contornar as aparências? Será a desculpa perfeita, ou a resolução ideal para os infiéis.."ai tenho excesso de vasopressina!"...
De facto para amar é preciso química, mas para haver química não é necessário que depois haja amor!
Amor. Química. Será que algo cujo significado e sentido é tão vago e subjectivo se pode igualar ou até ser fruto de algo objecto de tanta certeza e estudo?
Há dias li um artigo de opinião que estudava segundo Strenberg a "teoria triangular do amor". Segundo este senhor Strenberg, para haver uma relação frutífera tem de existir forçosamente paixão, intimidade e compromisso. E segundo algumas investigações americanas, em cada uma destas fases há obrigatoriamente uma "descarga" de substâncias químicas derivando certas sensações. E em tudo há hormonas ao barulho!
Ora vejamos: testosterona ou estrogénio consoante o sexo da pessoa, que conjugada com neropirefrina serotonina e dopamina temos o enamoramento culminado na "paixão assolapada". E são estas reacções químicas as responsáveis pela perde de apetite, falta de sono, o sorriso rasgado do "Bom Dia Alegria" que ninguém compreende, o descontrolo das acções que nos leva a ser "tolos" por amor.
É a libertação de serotina que nos pode tornar obsessivos ao ponto de sermos incapazes de observar os defeitos do companheiro. É a fase do amor cego! Aliás, especialistas dizem que para se ter uma relação sólida, chamada de "amor completo" "implica muita atenção, poder de negociação e criatividade erótica!" sendo esta última o meio mais seguro de ultrapassar as crises que surgem durante um relacionamento.
De facto, até aqui para algumas pessoas isto não é nada de novo, apenas a constatação de um facto. Para mim também não achei nada de anormal. O que me deixou a pensar foi o término do artigo de opinião.
Isto porque a química surge para explicar um amor, uma paixão, ou um simples desejo. Mas ultrapassada a fase da paixão o que vai ligar as pessoas é a conjugação de duas hormonas: oxitocina e vasopressina.
A primeira chamada Hormona do Carinho, ou do Abraço, vulgarmente até tratada como hormona do amor. Aparentemente pensaríamos que esta bastaria para uma estabilidade numa relação a dois, mas não.
A segunda, vasopressina designada como Hormona da Fidelidade é fundamental para a relação triangular explicada no inicio.
A vasopressina quando em quantidades baixas afasta o ser do seu parceiro, tornando-o promiscuo. A espécie monogâmica tem índices elevados desta hormona. Mas o mais interessante é que quanto mais monogâmico mais monótona é a pessoa, e quanto mais promiscuo mais arrojado é.
Podemos por isso concluir que um ser tendencialmente caseiro é fiel? Ou será o Hhomem capaz de mesmo quimicamente explicável contornar as aparências? Será a desculpa perfeita, ou a resolução ideal para os infiéis.."ai tenho excesso de vasopressina!"...
De facto para amar é preciso química, mas para haver química não é necessário que depois haja amor!
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
I LOVE YOU.
"Ever since I saw you
I want to hold you
Like you were the one
It sees right through me
A bullet it comes and takes me
And I love you I love you
I want you but I fear you
Who are u?
Who are u?
Ever since I saw you
I want to hold you
Like you were the one
Your feet rest on my shoes
I sing this song for you
Just to see you smile
And I love you I love you
I love you but I fear you
Who are u?
Who are u?
For how long
How strong do I still have to be?
How come you mean so much to me?
For how long
How strong do I still have to be?
How come you mean so much to me?
And I love you I love you
I want you but I fear you
Who are u?
who are you?
For how long
How strong do I still have to be?
How come you mean so much to me?
For how long
How strong do I still have to be?"
I want to hold you
Like you were the one
It sees right through me
A bullet it comes and takes me
And I love you I love you
I want you but I fear you
Who are u?
Who are u?
Ever since I saw you
I want to hold you
Like you were the one
Your feet rest on my shoes
I sing this song for you
Just to see you smile
And I love you I love you
I love you but I fear you
Who are u?
Who are u?
For how long
How strong do I still have to be?
How come you mean so much to me?
For how long
How strong do I still have to be?
How come you mean so much to me?
And I love you I love you
I want you but I fear you
Who are u?
who are you?
For how long
How strong do I still have to be?
How come you mean so much to me?
For how long
How strong do I still have to be?"
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Cancro da Mama
Hoje recebi a noticia de que uma pessoa que me era muito querida não resistiu a alguns anos de luta, contra um cancro de mama.
Apesar de não ter tido oportunidade de privar com ela tanto como gostaria, dos poucos momentos passados juntos recordo lhe a beleza do olhar, e o carinho da voz.
Poucas são as palavras que fazem sentido nestas alturas, por isso encontrei um video, duro, mas real.
O mais dificil de ter lutado é não ter conseguido vencer.
Onde quer que esteja um beijinho enorme. RIP.
Apesar de não ter tido oportunidade de privar com ela tanto como gostaria, dos poucos momentos passados juntos recordo lhe a beleza do olhar, e o carinho da voz.
Poucas são as palavras que fazem sentido nestas alturas, por isso encontrei um video, duro, mas real.
O mais dificil de ter lutado é não ter conseguido vencer.
Onde quer que esteja um beijinho enorme. RIP.
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